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Não existe “acordo de cavalheiros” para aplicação de recursos públicos

A primeira coisa, a saber, é que a Câmara Municipal não tem receita própria. O dinheiro destinado a ela sai dos cofres da prefeitura. Essa verba é transferida em forma de duodécimo, que é o seu orçamento anual dividido em 12 parcelas. Este ano o orçamento da Câmara Municipal de Barroso é de R$ 1.809.602,48 equivalente a 12 parcelas de R$150.800,20. É importante informar que o caixa do Legislativo Municipal deve zerar no final do ano. Por isso, havendo sobra de saldo o mesmo deve ser devolvido para a prefeitura, mas nada impede que ela seja antecipada. Em Barroso, como em vários municípios, a devolução tem sido feita de acordo com as dificuldades e necessidades da Prefeitura. Tradicionalmente

Vereador comenta sobre a pavimentação da estrada da Boa Vista

Na reunião de segunda-feira (13), o Presidente da Câmara Municipal de Barroso, o Senhor Giovanni Graçano (PPS), fez uso da palavra, como vereador, para comentar sobre a pavimentação da estrada da Boa Vista. O vereador lembrou que restam apenas quatro meses para ele entregar a Presidência e que, nesse período, já “economizou” R$260mil com a finalidade de ser investido na colocação de bloquetes na estrada da Boa Vista. “Ouvi falar que o mês que vem não tem dinheiro para pagar as professoras e que vai vir 'encima' da minha economia aqui. E se eu não tivesse fazendo essa economia? Como é que ia pagar as professoras? Indagou. O vereador declarou que não vai aceitar isso, pois, segundo ele, houve

Cumprimento da Lei Municipal nº. 2.574/2014, pela LafargeHolcim, pairam dúvidas

No dia 29 de junho a LafargeHolcim, atendendo ao disposto na Lei Municipal nº 2.574/2014, enviou os relatórios à Prefeitura que, por sua vez, encaminhou cópia para a Câmara Municipal. O documento é público e, portanto, deve ficar à disposição de qualquer cidadão. Por isso, tive acesso às cópias. E, diante das informações fiquei com algumas dúvidas com relação ao não cumprimento do inciso IX, do art. 3º. No ofício de encaminhamento a empresa alega “se tratarem de dados sensíveis do ponto de vista comercial e, portanto, sigilosos”. No mesmo documento, a empresa informa que “tratará da questão no próximo dia 03/07/2018, ocasião em que receberá em sua unidade representantes da Câmara Municipal d

Pelo fim das inaugurações de obras inacabadas

Na noite do dia 02 de agosto, na reunião ordinária da Câmara, apresentei uma proposta de um Projeto de Lei que proibi a inauguração de obras inacabadas. Essa prática acontece, principalmente, em período eleitoral. Os gestores se apressam para inaugurar uma obra, que ainda não concluiu, apenas para apresentar à comunidade como mais uma obra realizada. A obra pode até estar fisicamente pronta, mas não tem toda a estrutura necessária para funcionar e, por isso, causa prejuízo e transtornos à população. Para inaugurar, ela precisa estar completamente pronta. Essas obras, independente do motivo da paralisação e de quem as executou, ocasionam o descrédito do Poder Público, o desperdício do dinheir

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lUIZINHO mOREIRA

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