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  • Luizinho Moreira

Câmara de Barroso encerra 2018 com gastos questionáveis


De acordo com os dados publicados no Portal da Transparência, a Câmara de Barroso encerrou o ano de 2018 gastando R$48mil com viagens. Deste montante, R$44mil foram gastos com os vereadores, cerca de 60% - R$29mil - refere-se a despesas com cursos específicos. (clique aqui, ou veja o quadro abaixo)

A Diária dos vereadores, de Barroso para Belo Horizonte, com alimentação e transporte próprio, é de R$420. Em Dores de Campos, R$250 e em Prados, R$200.

Uma alimentação razoável fica entre R$20 a R$40. Com combustível, o gasto não ultrapassa a R$200 e com pedágios, R$22. Deste modo, por dia, um vereador não gastaria mais do que R$280 em uma viagem a BH.

O valor de R$280 pode até ser considerado um pouco apertado, mas vale lembrar que a proposta do político, na campanha eleitoral, é de executar um trabalho "sacerdócio" em prol da comunidade.

A atual mesa diretora da Câmara Municipal de Barroso tem a incumbência de estabelecer novos critérios, com mais rigor, para a liberação desses gastos, e exigir uma prestação de contas mais completa e plausível.

As justificativas, não convincentes, seguem as mesmas regras e quase sempre iguais: “capacitando e correndo atrás de recursos”. No entanto, são questionáveis os motivos de diversas viagens que não demonstram alcances aos interesses dos barrosenses que, dia após dia, sofre com a escassez nos atendimentos básicos.

Portanto, essas despesas, principalmente com as participações em tais eventos, além de dúbias, não resultaram em melhorias para o benefício da coletividade. Por isso, carece de um olhar especial dos agentes fiscalizadores.

Não sou contra as viagens dos vereadores, sou contra as farras com as Diárias


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