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  • Luizinho Moreira

Quem salvará o Rio das Mortes da morte?


O surgimento da Lei 2.883, de 27 de setembro de 2019, de autoria do vereador Leone Wagner do Nascimento (PP), idealizada pelo do cidadão Francisco Carlos Rodrigues - o Maruzam - despertou a necessidade para debates e ações efetivas de extrema importância: Salvar o Rio das Mortes da morte.

Por isso, na segunda-feira (28) a Câmara Municipal de Barroso realizou uma Audiência Pública, sugerida pelo vereador Baldonedo e acatada pelo Presidente da Casa, Eduardo Pinto, para debater o tema.

Dos 16 municípios que o Rio das Mortes percorre, apenas os prefeitos de Barroso e Dores de Campos participaram.

Duas palestras brilhantes, proferidas pelo Biólogo Marcos Magalhães e pelo advogado e gestor público Alisson Diego Batista Moraes, foram suficientes para motivar o público quanto à importância para discussão, motivação e reflexão sobre o nosso Rio.

Mas, a batalha para salvar o Rio das Mortes precisa ser um esforço conjunto e contínuo. Não pode partir apenas das iniciativas das esferas governamentais. É essencial a participação da população, entidades, iniciativa privada... Cada um fazendo a sua parte.

Em algumas partes do Rio é possível encontrar os mais variados tipos de lixos, até mesmo eletrodomésticos descartados: fogão, geladeira, sofás, liquidificadores... Por isso, se a população abraçar essa causa, fazendo a sua parte, certamente já será um avanço fabulo.

Se no passado, com abundância de água despoluída, não o preservamos, agora é hora de, juntos, salvá-lo da morte.


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