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  • Luizinho Moreira

Crise afeta festividades de final de ano em vários municípios.


Em crise, os prefeitos, “com a corda no pescoço”, preferiram cancelar algumas festividades de fim de ano. Aqueles que optaram por manter as comemorações farão eventos reduzidos e bem mais econômicos.

Assim, como alternativa, para não comprometer os atendimentos básicos à população, várias prefeituras buscam parcerias a fim de contornar a falta de verbas.

Em Barroso, de acordo com o Portal da Transparência, a Prefeitura vai gastar R$ 64 mil, incluindo as despesas com o 32º Festican que ocorreu entre os dias 12 e 14 de dezembro.

Faltando poucos meses para encerramento do mandato, os Prefeitos devem priorizar despesas com obras paralisadas, manutenção de edifícios e vias públicas, além de outras prioridades essenciais no dia a dia da população.

Por isso, a realização de qualquer evento deve ser feita com o máximo possível de economia, compatível com a realidade financeira do município.

Para os prefeitos concretizarem seus programas de governo é necessário racionalizar as despesas, mesmo em situação normal. Em crise, ainda mais.


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