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  • Luizinho Moreira

Na gestão pública o interesse pessoal não pode sobrepor-se ao interesse público

Atualizado: Set 20


No último ano a maioria dos prefeitos ignoram as regras legais na tentativa de mostrar boa gestão para fechar o mandato com o capital político positivo. Em alguns casos, também, para se reeleger ou eleger seus correligionários. “É aí que mora o perigo”

Por várias décadas, com raras exceções, esse tipo de conduta provocou o acumulo de problemas em nosso município. Aliados e adversários dividem a culpa: os aliados, por cumplicidade e os adversários, por omissão.

Para quem acompanha o portal da transparência, e já participou de diversos encerramentos de mandatos e transmissão de cargos, pode afirmar que o cenário é preocupante. Nas atuais circunstâncias, os discursos políticos não condizem com a realidade.

Levando em conta os poucos dias que restam para o final do mandato e a diminuição do tempo de transição de governo - que é o período para diagnosticar com mais clareza a situação real da prefeitura – a preocupação aumenta. Há uma enorme lista de procedimentos, com documentos complexos, a serem preparados pela atual administração. É pouco tempo para muito trabalho.

O inventário é o mais complicado. Nele, deve constar todos os bens móveis e imóveis, por setores, devidamente atualizados. A responsabilidade não é apenas do prefeito, mas de todos os assessores, ordenadores de despesas. Por isso, dependendo das condições, podem ter uma tremenda "dor de cabeça" nos próximos anos.


Espero que nem os aliados e nem os adversários sejam, respectivamente, cúmplices e omissos nesse momento de extrema importância para os munícipes e para a próxima administração, seja qual for. Amizade, respeito e competição é uma coisa; interesse público e outra.

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